A um ausente
Nas estilhaçadas janelas celeste
Nos brônzeos ocos do infinito
Na rutilante insânia de Dionísio
Canta uma voz na arca
Voz de lábios avermelhados
Sedentos de amor
Amada
Nas tramas dos seus labirintos
Canta um pássaro-poesia.
(Irineu Magalhães)





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